Na Balada Gay - Arrepiaram o Neguim - blockchainsupertrader.com by Gerson Ravv

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sábado, 15 de setembro de 2018

Na Balada Gay - Arrepiaram o Neguim

A Festinha de aniversário do Patrão Frescalhão numa balada gay

Quem nunca teve que ir numa festinha ou reunião em lugares que jamais pensou que iria um dia na vida somente para não ser mal visto pelo chefe e colegas de trabalho?   

Esse relato aqui ocorreu quando eu trabalhava num restaurante localizado lá nos Jardins em mil novecentos e bolinha.

O dono do restaurante (vamos chamá-lo de Cézar), era um cara legal, gente fina mesmo, generoso e muito gay também e para completar, o seu gerente dessa unidade também era gay. 

Observação: não confundir com os gays do texto que postei semanas atrás e que ainda estou devendo a continuação: http://www.blockchainsupertrader.com/2018/05/dedada-no-meio-da-olhota-quando-um.html, esses são outros casos,  pra vocês verem como dependendo do tipo de profissão vemos os mesmos padrões se repetindo em sua maioria. 

A galera que trabalhava nesse restaurante era composta por nordestinos arretados, moleques em seus primeiros empregos (eu me incluo nesse grupo aqui), dois favelados, quatro mulheres casadas, dois baitolas (Anderson e Toninho) e ELE, o protagonista da nossa estória: Neguim, na verdade seu nome era Paulo mas era carinhosamente chamado por pedido dele mesmo de "Neguim".

Neguim era muito gente fina e engraçado ao mesmo tempo: negro, óculos de fundo de garrafa, magro como um vara, falante e falastrão.  Só falava besteira, mas eram besteiras engraçadas, Neguim era muito legal mesmo. Seu bordão era: "Eu quero mulé! Quero muléééééé nessa disgraça!"

Um belo dia, fomos informados pelo gerente que o aniversário do dono do restaurante seria comemorado numa famosa balada gay aqui de São Paulo e que todos estavam OBRIGADOS à comparecer para dar os parabéns para o baitola mór pois ele mesmo tinha reservado umas mesas pra gente e iria pagar nossas comandas sem miséria.

Eu até tentei argumentar que não poderia ir pois não curto baladas, mas fui rispidamente intimado à comparecer com ameaças de perder o emprego ou ser rebaixado à faxina: não tive escolha!

Chegado o dia, a trupe do restaurante se reuniu no hall já fechado aguardando o gerente nos levar até a balada gay onde o seu Cézar já nos aguardava em nossas mesas reservadas: os nordestinos todos com suas melhores roupas coloridas todos fubazentos com desodorante Axé ou aqueles fedorentos da Avon de homem, as mulheres pobre da zona leste se sentindo as cocótas pois iam pela primeira vez numa balada famosa, os moleques favelados sonhando com licores e bebidas alcoólicas importadas na faixa, e  eu e o Neguim na maior zueira falando besteira e um provocando o outro e rindo muito.

Alguém tirou uma foto da gente com máquina fotográfica da Fuji e até hoje tenho uma foto horrível em que eu pareço um espantalho mal vestido, escangalhado e fumando um cigarro bem ao lado de Neguim fazendo um gesto obsceno. Lembro que apesar dos perfumes e desodorantes, todos nós fedíamos de água sanitária pois usávamos um produto sanitizador de bancada e de equipamentos do restaurante depois de fechar, era um fedozão medonho que grudava na pele e não sai.

Chegamos na balada gay, passamos pela revista, seguranças apalpando nosso saco, deixamos nossos pertences na chapelaria e fomos para nossas mesas.

Seu Cézar já estava muito louco lá abraçado com um bombado e um magrelinho. Ele dançava freneticamente. 

Demos os parabéns, abraços e sentamos nas mesas. Eu mesmo estava achando tudo muito diferente, pois nunca tinha ido antes numa balada gay: a música era muito alta, as luzes estrambólicas, a galera na pista de dança dançava como loucos, esculturas sado masoquistas e fálicas,  vi muito cara beijando outro cara e muitas garotas beijando outras garotas. 

Os nordestinos arretados estavam exitados, as mulheres davam risinhos nervosos, os moleques só de olho nas garrafas coloridas do bar e o Neguim gritando seu bordão: "Quero mulé! Cadê as mulé dessa disgraça?".

Seu Cézar nos surpreendeu quando acendeu um baseadão e depois estirou e cheirou uma lagartona discretamente em sua mesa! Deve ter comprado os seguranças pois até ofereceu uma carreirinha pra um deles que passou pela mesa e apenas sorriu!

Começaram a vir porções e tira gostos em nossas mesas sem miséria, realmente seu Cézar cumpriu a promessa e quando vimos, estavam em nossas mesas garrafas de Amarula, Wisky, Vodca e doses de caipirósca de saquê. Neguim como bom cachaceiro caiu de boca na pingaiada! Tomou tudo que tinha direito sem nem comer as porções.

Continue lendo que você vai entender essa imagem



Até falamos pra ele maneirar mas ele nem escutou e continuou tomando todas e gritando seu bordão, ele estava doido vendo lindas garotas beijando e amassando outras garotas mais lindas ainda.

Os dois baitolas que eram nossos colegas gays Anderson e Toninho falaram: "Olha lá gente! Tem uma DARK ROOM aqui! Que tal irmos todos nós lá hein? kkkkkk!".

Neguim já alterado pela cachaça falou: "Que po##a é essa de darqui-rum? Tem mulé lá?" E os dois gays pervertidos responderam: "Tem sim Neguim! E você vai poder transar com todas elas no escurinho! Só princesa! Uma mais linda que a outra! Vai lá Neguim! Vai lá!".

Meus amigos! Nem deu tempo da gente segurar o Neguim que deu um pulo da mesa e foi correndo pra Dark Room que nem parecia que estava mais embriagado! Só deu pra ver seu vulto sendo tragado pela escuridão da Dark Room! 

Para quem não sabe, uma Dark Room numa balada gay é um quarto escuro, um breu total em que as pessoas entram para ficar se esfregando um no outro, transar, boquetear e outras coisas, tudo no anonimato da escuridão.

Eu olhei para os dois gays e falei: "Coitado do Neguim! Vocês são ruim hein! Ele tá bêbado!". 

Só olharam pra mim e riram, depois foram dançar na pista. Até os cabras arretados se soltaram e foram dar uns pulinhos na pista, as mulheres também, os moleques travaram nas mesas embriagados, eu fiquei tomando coca cola e comendo mini bolinhos de carne pensando: "Coitado do Neguim!".

O tempo foi passando, deu a hora de irmos embora (04:30), a balada fecharia às 06:00. Quando eu falei: "Quem vai ir resgatar o Neguim da Dark Room?" E não acreditaram que ele ainda estava lá dentro perdido desde as 01:00 que foi a hora em que chegamos lá.

Anderson como um baitola destemido que era foi lá resgatar nosso amigo Neguim (Anderson parecia o vocalista do The Cure).

Passados 15 minutos Anderson volta arrastando Neguim que estava num estado lastimável: tinha po##a seca nos óculos, no rosto,  no cabelo, po##a escorrendo em sua calça preta, metade da bunda de fora, cueca enfiada no rabo, enfim, Neguim voltou da Dark Room coberto de po##a da cabeça aos pés! Acho que fizeram um BUKKAKE coletivo no Neguim. 

Tentei falar com ele, saber se ele estava bem e tudo o que ele balbuciou foi algo que não deu para entender nada, estava completamente de fogo mesmo. Segundo Anderson só conseguiu achar Neguim depois de acender seu isqueiro e o achar jogado no chão no fundão da dark room.

Eu pensei: "PQP! Arrepiaram, arrombaram o Neguim!" 

O que eu acho que aconteceu com o Neguim na Dark Room 


Esperamos os moleques acordarem do porre e o Neguim poder andar sem trançar muitos as pernas, nos despedimos do seu Cezar que a essa altura já estava em Marte ou Vênus que trincando sua boca sorridente até apertou nossos sacos maliciosamente com a mão e deu uns petelecos nas peitolas das mulheres.

Fomos embora, como Neguim morava perto do Toninho este aguardou o Neguim voltar ao seu estado de consciência mais normal sem álcool na entrada do metrô e eu fui embora de ônibus só pensando na zueira que ia rolar no outro dia com meu pobre amigo falastrão.

Nem preciso dizer que essa caso foi assunto para meses, a zueira foi sem piedade pra cima do nosso atrapalhado amigo, segundo Neguim ele não se lembrava de muita coisa, só dizia que lembrava que tinha beijado muito gostoso no escurão da balada... Ele jurava que tinha dado uns amassos numa loirona trance que ele viu lá...  Eu zuava: "Você beijou foi é um monte de Sucuri cuspidora seu fresco, safado, baitola! Seu enrustido!"

Conclusão: é fodha ter que ir em festinhas ou reuniões em locais exóticos só por causa da maldita "Net Work"...

Att Gerson Ravv

Em homenagem ao Neguim: DANÇA DO BUKKAKE















34 comentários:

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    cara, ri demais aqui.
    Muito boa!

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    1. Tenho que lembrar de postar um texto sobre a vez que a reunião mensal de uma empresa de TI foi num restaurante de comida tailandesa (detesto comida oriental dessas bandas asiaticas) e eu fiquei uma semana peidando diarreia, todo melado, todo cagadho.

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  2. Mano! hahahhaha

    muita boa a história haha

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  3. Putz Gerson sua história me fez suar frio agora.

    Meu primeiro curso de faculdade foi um de humanas bem lixoso e esquerdizante e como eu tinha que manter boas relações com os gays da sala eles viviam me convidando para ir nessas boates gays mesmo sabendo que eu sou hétero. De certa tinham esperança que eu bebesse e caísse em uma armação dessas. Sorte que eu nunca aceitei (sempre dava uma desculpa de trabalho, cansaço e etc.) e consegui me formar naquele lixo com as pregas intactas.

    Isso que é foda de ter amizade com gays, eles não respeitam não, tentam converter você só de sacanagem mesmo. Sorte que terminado o curso não preciso mais ter contato.

    Abraço e continue com as histórias inusitadas.

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    1. Quando cursei Letras só tinha mulher e gays, não tenho preconceito nenhum até porque minha mãe tinha muitos amigos gays, inclusive, um colega meu de infância que gosto muito hoje é travesti, os gays são legais, desde que tenham educação e sejam firmeza, não tenho nada contra.

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    2. E quem falou de preconceito contra gays? Simplesmente falei sobre minha experiência de amizades com gays. E eu não sou o único que identificou essa fantasia de conversão que uma parcela significativa dos gays tem.

      Também tenho outros amigos gays, bissexuais, trans e etc. O que não dá é para ignorar essa tendência que eles tem em tentar testar sua masculinidade.

      Como você mesmo disse você só foi nesse lugar da história porque foi obrigado e o cara foi folgado de marcar em um lugar só de gays e obrigar todo mundo a ir.

      Belo virtue signaling que você fez agora de pagar de antipreconceito ao mesmo tempo que se refere ao seu chefe como "Baitola Mór" kkkk

      Não tenho problema nenhum com seu texto e sim com a tentativa de pagar de bonzinho.

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  4. Fala a verdade Gerson. O neguim da história era você.

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    1. Impossível: nunca bebi e não saí da mesa pois era viciado em Coca-Cola e bolinho de carne. Ainda tenho contato com Neguim: tornou-se gerente de fast food e depois de cinemas, casou e tem dois filhos idênticos a ele.

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  5. Poxa Gerson, que belo amigo você é, deixou o paulo sozinho lá no quarto escuro...
    Se você realmente estivesse preocupado com ele e realmente fosse amigo dele, teria ido até o quarto escuro pra ajudá-lo, amigo que é amigo não abandona o outro.
    Estou desapontado com você.

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  6. Só seu fosse louco pra entrar numa dark Room. Eu sempre ouvi meus vizinhos gays e travecos falando sobre o que rola nessas dark Room.

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    1. Não justifica.
      Você ia entrar na darkroom pra salvar seu amigo, não ia ficar de putaria.
      Vacilou legal.

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    2. Sai fora! O Anderson Baitola The Cure que foi buscar o Neguim voltou de lá com uma esporradela na coxa, tava lá dentro quando esporrearam nele sem consentimento. Nem pela minha mãe eu entraria lá.

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  7. Agora que o blog vai pro brejo mesmo: voltei a trabalhar. Como eu detesto a minha habilidade de passar nas entrevistas de emprego.

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    1. Trabalhar faz bem.
      É possível conciliar o trabalho e o blog, basta fazer um resumo das coisas que ocorrem e postar por aqui.

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    2. Que area voltou Gerson? TI de novo? Diga que não, hehe

      E voltou como consultoria em suporte?

      Abraços.

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    3. Em breve contarei novidades. Abraços man.

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  8. Gerso você já participou de uma orgia?

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    1. Eu nunca, mas já namorei uma garota que curtia ser enrabada ao mesmo tempo por três pirocas: uma no rabo, uma na prejereba e outra atolada na garganta, vivia me implorando para eu participar disso, mas sei lá, só de pensar em ver meu pau roçando em outro já me dá calafrios, sai fora!!!

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    2. Tendi, situação tensa essa cara.
      Até junho eu morava num apartamento perto da facul e era festa no andar de cima todos os dias, de segunda a segunda, até a sindica, uma mulher com uma certa idade participava, menos eu, quando eu fui alugar o local ano passado eu não sabia disso e ninguém me avisou, também, eu aluguei durante o período de férias de julho, o cara que montava os esquemas tinha ido viajar, se soubesse não teria alugado, o foda é que eu não conseguia estudar, nem era convidado, agora me mudei, tenho paz de espírito e recuperei as notas.
      Mas, sei lá, eu pensava que essa história de putaria na época de faculdade era pura marketing, mas eu vejo que é muito mais hardcore do que o marketing apresenta, as vezes eu acho que sou o cara mais estranho do planeta, não sinto vontade de participar disso, confesso que as vezes bate uma curiosidade, mas logo passa.
      O foda é que a quantidade de pessoas diferentes (salvo a exceção dos moradores) era grande, raras as vezes que eu esbarrei com algumas pessoas conhecidas a resposta foi que não deu pra ir na festa em outro local e teve que ir ali no prédio mesmo.
      Conversei com alguns amigos nerds que alugaram outros apartamentos e outro que alugou uma casa germinada pequena no entorno e todos tinham histórias de orgias pra contar, só pra contar mesmo, pois como bons nerds não participavam, nem eram convidados, mas ficavam la´de voyer.

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    3. "Gerson Ravv
      20 de setembro de 2018 15:44
      Eu nunca, mas já namorei uma garota que curtia ser enrabada ao mesmo tempo por três pirocas: uma no rabo, uma na prejereba e outra atolada na garganta, vivia me implorando para eu participar disso"

      kkkkkkkkkk.

      Gerson eu sempre soube que você tinha tendências cukholds.

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    4. 16:40 relato cabuloso esse aí, mas é normal na vida do cotidiano, felizmente você se livrou.

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    5. Não sou Cuckold, essa garota era muito gostosa, ficou 3 meses comigo, nunca topei participar de orgia com ela, não era garota para namorar normalmente e até ela mesma dizia que só estava comigo pra trepar mesmo. Lembro de fodas homéricas dessa época.

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    6. Cara, quanto a orgias não sei se é muito comum, porque também não frequento esses ambientes.

      Mas um coisa eu notei graças a algumas experiências profissionais. A mulherada acima de 35 anos está cada vez mais atirada.
      Em eventos onde há público feminino acima dessa faixa etária e elas estão desacompanhadas ou acompanhadas de "amigas" elas se soltam.
      Sendo assim é possível até se surpreender com o comportamento de algumas delas.

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  9. Rapaz, que história, só quem viveu entre as décadas de 80 e 90 pode descrever as peripécias da época, bons tempos de putaria.
    Mas, hoje é sexta-feira dia de encher a cara.
    Abraço Gerson.

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    1. Diz aí man: anos 80 e 90 só pererecas peludas! Tinha umas que dava pra fazer trança! Aqueles pentelhos que quando suavam ficavam com cheirão de pimenta do reino! Delicia! Hoje só tem prejereba rapada com cera ou laser com cheiro ruim de sabonete de bhucetha.

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    2. Pois é cara, bons tempos, sem muita frescura, mas com muita fartura (espero que tenha entendido o trocadilho).
      Abraço Gerson.

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  10. Respostas
    1. Não, por incrível que pareça. Casou, tem dois filhos. Fez exame pré nupcial e não deu nada. Hoje Neguim é gerente.

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    2. "e não deu nada"

      Para de mentir Gerson, é óbvio que ele deu alguma coisa.

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  11. Rapaz a primeira imagem me dá arrepios.

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    1. Kkkkkk um Portuga compartilhou num grupo de WhatsApp do trampo

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Comentários liberados, porém, se exagerar e postar discursos de ódio, preconceitos e spam vai levar bam! Att Gerson Ravv

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