Quem hoje tem a sorte de estar empregado, sabe o quanto ralamos para atingir metas de produtividade e qualidade.

E todos nossos esforços mensais são colocados em relatório que definem se continuaremos na empresa ou não.  

Normal, quem não produz não deve ser premiado por isso.

O problema é quando alguns espertinhos usando de muita malícia e criatividade descobrem um jeito de fraudar as metas.

Lembro quando trabalhei numa gigante da área de sistemas operacionais. Tinha uma galera descolada mas vagabunda, chulézenta e preguiçosa que visivelmente não trabalhavam de verdade nem um terço do expediente, mas conseguiam todos os meses, a façanha de figurarem entre os primeiros colocados em produtividade e qualidade!!!



Meus outros colegas nerdões e eu, que como eu, ficavam focados e absorvidos no trabalho, ficávamos perplexos com isso! Como assim, essa galera que só vive no fumódromo e salão de jogos da empresa e sequer faziam horas extras, conseguiam atingir as metas absurdas da empresa? 

Mas enfim, durou apenas seis meses essas falcatruas. Descobriram que a galerinha descolada inventou um esquema mirabolante de burlar o sistema que captava as ações e gerava os relatórios.

Os safados estavam alterando os códigos de uso que mediam nossa produtividade e qualidade e no fim, foram todos pra rua.

Quando o faturamento denunciou que os relatórios não refletiam a realidade, foi questão de tempo para descobrirem a sacanagem da galerinha descolada que não produzia nada e que como bons comunistas socializavam a preguiça enquanto roubavam os méritos de quem realmente trabalhava. 


Att Gerson Ravv PS leiam meus livros