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29 de abr. de 2020

PLANTÃO AIO: VIA VAREJO - VVAR3

PLANTÃO ANÁLISE INFORMAL E ORGÃNICA: VIA VAREJO VVAR3

Análise subjetiva + lógica fuzzy + BI das empresas por trás das ações 

Ação: Via Varejo - VVAR3

Empresa\marca: Bartira, Casas Bahia, Ponto Frio

Setor: varejo

Análise orgânica e informal: 

1- Visita às lojas físicas 

Lojas geralmente localizadas em bairros periféricos, lojas feias com design ultrapassado sem nenhuma preocupação com a experiência do cliente; chão sujo e encardido com pisos geralmente trincados; a maioria das lojas possuem dois andares e apesar do estoque ficar no primeiro andar, sequer possuem uma entrada de serviço para levar as mercadorias até o local de armazenamento, sequer possuem elevadores causando desconforto para os clientes que tem que se esquivar de carregadores levando caixas, geladeiras e outras mercadorias grandes pelos apertados corredores das lojas. 

2- Vendedores

Mostram-se completamente despreparados e desinformados sobre as mercadorias que vendem; preocupam-se mais em vender planos de saúde, seguros de vida e outros planos embutidos nos contratos de vendas parceladas nos carnês ou cartões de crédito.

3- Consumidores

Pessoas de baixo poder aquisitivo, geralmente das camadas C,D e E,  com pouco conhecimento sobre qualidade de produtos e marcas; boa parte dos consumidores da marca fazem parte do gigantesco exército que vive inadimplente pendurado em diversos parcelamento a perder de vista; uma pequena parte se mantem durante anos nas listas de inadimplentes no comércio.

Lembrando que pessoas da classe C geralmente honram suas dívidas, por questões culturais essa camada da população vê como grande questão de honra e prestígio não ficar devendo na praça, mesmo que fiquem alguns meses sem pagar, sempre pagam no final, essa classe de médio-baixo poder aquisitivo é o grosso dos clientes das marcas da empresa. 

4- Tecnologia

No momento, a empresa em questão, adquiriu uma startup (ASAPLOG) para renovar e melhorar a logísticas de  seu e-commerce prometendo assim mais qualidade para a experiência de quem atualmente se aventura em compras em seu atual site de vendas (bem fuleiro e lento diga-se de passagem).

Recentemente foi noticiado que a empresa possui um banco de dados com 70 milhões de cadastros e que NUNCA foi usado de forma efetiva e eficiente, mas eu novo CEO pretende mudar isso.

5- Gestão

 Roberto Fulcherberguer agora é o CEO da Via Varejo e tem como missão transformar o setor digital da empresa para que possa competir com outras GIGANTES varejistas das décadas de 70, 80 e 90, com toda essa bagagem de experiência e conhecimentos, espera-se  que no médio prazo a empesa venha a fazer parte das empresas varejistas que dominam o e-commerce.
Com muita experiência em grandes varejistas o CEO Roberto elevou as expectativas dos acionistas de empresa.

Lógica Fuzzy e BI

1- No momento estou ainda analisando e estudando a melhor forma de alimentar o sistema de lógica fuzzy para obter os melhores resultados possíveis sem muita distorção nos gráficos de pertinência, quando resolver isso irei postar aqui.

Na questão de BI ainda não defini quais dados usarei para fazer o gráfico e minha licença expirou hoje!!! 


Perspectiva futura

Levando-se em consideração a aquisição da startup especializada em tecnologia logística e a colaboração do CEO Roberto  Fulcherberguer que possui muito conhecimento sobre o sofrido mercado varejista do Brasil, podemos esperar uma renovação da empresa e suas duas marcas mais famosas CASAS BAHIA e PONTO FRIO. 

Por conta desses dois fatores observamos nos últimos dias a alta das ações, principalmente por parte dos acionistas minoritários (aqueles que sonham em encontrar um pote de ouro no fim do arco-íris cinza da B3), o que podemos esperar é aguardar e ver  se esse entusiasmo sardinhal vai ter fôlego até a empresa apresentar resultados ascendentes após as novas estratégias que serão implementadas nos próximos meses, pois por experiência própria, sei que implementar novos sistemas que significam novos paradigmas não é algo que acontece da noite para o dia e obter resultados positivos após mudanças radicais que envolvem tecnologia e gestão demoram mais ainda para que os resultados apareçam.

A dúvida é: a empresa vai se reinventar e poder caminhar e competir de frente com outros varejistas que adotaram outra postura mais engajada com novas tecnologias focando um público consumidor mais exigente e que paga mais por qualidade ou continuará apostando no povão que compra pouco e não exige qualidade, mas por formar um exército da casa dos milhões que entranharam as marcas dentro de suas mentes permanecem fiéis e rendem um lucro pouco consistente mas que mantém a empresa se arrastando? 



***Lembrando que não estou recomendando nada, apenas compartilhando uma visão subjetiva das empresas por trás das ações mais famosas da Bolsa, juntamente com algumas análises experimentais em lógica fuzzy e BI (futuramente).

Att Gerson Ravv



3 comentários:

  1. Quem compra via varejo está tentando acertar a "próxima magazine Luiza".

    Acho que quem tem uma carteira consolidada e diversificada pode se dar o luxo de colocar não mais que 1 ou 2% na vvar3. Mas aí é problema de cada um.

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  2. Ahh Uórrem vá se foder colocar míseros 2% pra tirar 200% só nessa porra. Então deixa os 2% na ITSA4 que é melhor. Se é pra arriscar arrisque igual macho porra.

    Estudo legal Gérson, faça mais desses meu amigo. Mas saiba que nesse lixo não adianta querer ser sócio, é pra pegar inicio de movimento. De qualquer forma depende da sua estratégia. Boa sorte!

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Obrigado por ler o blog! Obrigado por comentar! Show! Compre um dos meus ebooks na Amazon: "Merda Total!" e "Livro Supremo do Analista de Suporte". Att Gerson Ravv

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