A demissão de Geraldo Luís: uma lição para os JPBF


Depois de suspensão, Geraldo Luís é demitido da Record:



Se você assistiu a votação do Impeachment na Record deve ter assistido a hora em que antes de começar a transmissão ao vivo da votação, o apresentador Geraldo Luís em seu programa chato de domingo começou a dar chiliques: ele ficou indignado falando sobre os cortes que fizeram em sua reportagem especial em virtude da votação: o cara ficou pê da vida e soltou desaforos em rede nacional!




Nós JPBF sabemos que existe uma conspiração milenar contra nós que somos assim fora do padrão alfístico imposto pelos donos do mundo; O tal de Geraldo Luís jornalista e agora ex-apresentador do programa Domingo Show é claramente na aparência um JPBF: gordo, feio, sem carisma e nada atrativo para os olhares femininos... e claro: apesar de ganhar milhões em comparação com os donos da emissora ele ainda era POBRE.


Ele começa a dar chiliques em 0:40 do vídeo, assistam.

Apesar de que o cara estava NO AUGE de sua carreira como apresentador, (imaginem ganhar MILHÕES de reais para apresentar esses programas domingueiros chatos de auditório), ele foi sumariamente DEMITIDO da empresa RECORD e isso nos mostra o quanto é grande a perseguição contra nós homens pobres e feios.




O maior erro cometido por ele foi SE ESQUECER QUE ERA APENAS UM EMPREGADO da rede Record. Mesmo que seus ganhos eram milhões de vezes maior do que um cara comum, mesmo assim ele era apenas um ASSALARIADO dependente da EMPRESA.


Em seu lugar colocaram um cara BEM MAIS JOVEM,simpático e protótipo de ALFA para apresentar o Domingo Show o tal de BACHI. 

Talvez o cara se sentia intocável pelo fato de estar rendendo ALTOS PONTOS DE AUDIÊNCIA nos domingos em que as grandes emissoras batalham por audiência e soltou o verbo indignado quando percebeu que sua matéria de domingo foi drasticamente cortada e alterada para que a transmissão da votação do impeachment começasse.     

Putz cara! Eu até te admirava pelo seu trampo e onde você tinha chegado, mas pisou na bola ao esquecer que falador passa mal! 

Eu estava assistindo o programa chato dele somente esperando ansiosamente o começo da votação e fiquei cabreiro quando no final ele começou à discursar sobre "cuspir no prato que comeu", "eu faço muito pela Record" e outras frases que eu confesso: NÃO ENTENDI NADA DO QUE ELE ESTAVA FALANDO E PENSEI: "Que tiozinho doido! Falando mal da própria empresa e dos colegas de trampo! Mas que filhadaputagem!"

Enfim, amigos JPBF, fica a lição: falar abertamente o que se pensa sobre a empresa e os colegas de trabalho quando se é assalariado é um verdadeiro suicídio.

Pensem muito antes de desabafar ou criticar a empresa que te explora ou o chimpa que trampa ao seu  lado. Um trampo é somente um estágio de aprendizado para que depois possamos mudar nossas vidas de forma independente seja empreendendo, investindo ou aportando. 

Bom domingo e sucesso para vocês!