PAGODE, SUOR, SACANAGEM E TRAIÇÃO: RELATO REAL DE UM CASAL DESTRUÍDO PELA PROSTIRANHAÇÃO - blockchainsupertrader.com by Gerson Ravv

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

PAGODE, SUOR, SACANAGEM E TRAIÇÃO: RELATO REAL DE UM CASAL DESTRUÍDO PELA PROSTIRANHAÇÃO


UM CASAL DESTRUÍDO PELA PROSTIRANHAÇÃO

Em primeiro lugar quero pedir desculpas pois demorei para escrever esse relato REAL DE TRAIÇÃO mas espero que os leitores entendam que sou explorado pelo relógio e mal tenho tempo para eu mesmo como por exemplo aparar os cabelos da bunda (nossa que bosta! Quem é que perde tempo com isso?).

Criei o blog para ajudar outros caras como eu e para desabafar também, ou seja: não vivo do blog, até consegui agora colocar banners de adsense e propagandas pois todo CENTAVO GANHO É LUCRO, mas esse NÃO é o meu objetivo.

Já estou pensando em abandonar de vez meu atual emprego e viver como autônomo ainda que na informalidade: testei esses dias o meu pequeno negócio deixando nas mãos do meu pai: ensinei ele o básico como tirar cópias, impressões via pen-drive, segunda vias de contas e boletos, passei a tabela dos preços dos picolés/geladinhos/açai, como abrir uma ordem de pedido de formatação/manutenção de micros/notebooks/smartphones e para minha surpresa: em uma semana todo o estoque de alimentos gelados ACABOU, muitas cópias foram tiradas e acumulou um total de 5 ordens de manutenção de equipamentos. Estou empolgado em largar o trampo de vez agora! Mas isso é outro assunto para o fechamento do mês que agora, vou postar todo dia 10 de cada mês.



Bom, vamos ao relato sobre a ruína de um pobre homem trabalhador e honesto nas mãos de uma mulher sem noção, promíscua e safardana.

Eu tinha apenas 10 anos de idade e acompanhava o lento desenrolar de uma triste estória de traição e maldade bem na minha frente ao longo dos anos.

Tinha um casal de vizinhos bem ao lado da nossa casa: ele, um gordinho baixinho que mais parecia um indiano gorducho com a famosa cor de jambo; mais cor sadia do que aquela cor amarelada encardida de brasileiro mal alimentado e cachaceiro, vou chamar ele de GOPAL (nome fictício), gente fina pra caramba, simpático e muito responsável e trabalhador, sempre de roupa social e sapatos legais , gostava muito de conversar e brincar com ele de vez em quando de jogo do mico, bolinha de gude ou pião de madeira; ela, mulher mais alta que ele, branca, genética boa: biotipo de italiana forte,  nem gorda e nem magra, blusinhas decotadas e shortinhos curtos e cavados, vamos chamar ela de MAGALI (nome fictício).

Minha mãe quando estava de folga vivia fugindo de Magali pois não gostava muito do jeito e das roupinhas usadas por ela e para piorar a situação, minha mãe como era mais velha que Magali se viu transformada a contra gosto em uma espécie de confidente dela...

Gopal trabalhava numa grande empresa e apesar de morar na periferia desfrutava de um bom salário e até tinha um fusquinha muito bem cuidado e eletrodomésticos que só sonhávamos ao ver na TV ; ele saia de casa por volta das seis da manhã e geralmente só voltava para casa depois das oito horas da noite.

E como praticamente morávamos de parede e meia, notamos um comportamento estranho de Magali: assim que Gopal saia de casa as seis da matina, escutávamos Magali arrastando os móveis da casa, lavando louça como uma louca até quebrando pratos pela correria, passando aspirador de pó em tudo (só ela possuía esse luxo tecnológico em casa!), tanquinho de lavar roupa a todo vapor e em 2 horas depois por volta das sete e meia ou oito horas da manhã, Magali já tinha arrumado toda a casa, estendido as roupas no varal e SUMIDO da casa e só aparecia novamente lá pelas quatro horas da tarde...

Minha mãe que ia para a fábrica as oito horas dizia: “Estranho! Isso é muito estranho! Sei não...”
Minha mãe também dizia que detestava os papos de Magali pois ela ficava com assuntos “de mulher à toa e sem vergonha” no linguajar simples da minha mãe; e eram assuntos do tipo: tamanho de bilau do marido, tamanho de bilau de homem negro, quantidade de leitinho jorrado,leitinho na cara, leitinho no fundo garganta e se minha mãe já sentiu vontade de trair meu pai, quantos centímetros em média tem uma banana e outras conversas escrotas que minha mãe ignorava indignada.



Passaram alguns anos e essa rotina esquisita de arrumar a casa e sumir de Magali ocorria de segunda a sexta pois Gopal folgava fins de semana.



Bom, o tempo passou e Magali teve seu primeiro filho. Para nosso espanto a criança EM NADA LEMBRAVA o Gopal: era um menino branco e loiro dos olhos verdes. Pode ser que tenha puxado a genética da mãe, mas, segundo a mesma, não havia ninguém na família que era loiro ou que tinha olhos verdes (Magali era bem branca e forte do cabelo preto e liso , biotipo de italiana legítima).

Gopal estava radiante com o filho mas não notávamos a mesma empolgação em Magali.

Numa manhã de Segunda-feira, minha mãe quase caiu pra trás quando estava indo trabalhar: eram oito horas e primeiro ouvimos Magali dizendo para alguém que não era para essa pessoa aparecer por lá, depois ao sair para a fábrica, minha mãe estava girando a chave no nosso portãozinho de 60 cm de altura e então foi assustada por um baita de um negão pulando o muro da casa da Magali e caindo no nosso quintal! O safardana na maior cara de peróba sorriu pra minha mãe e disse: “O seu portão é mais facim de pular tia! Ela não queria abrir pra mim o portão dela e eu precisava dar um recado urgente da mãe dela pra ela! Bom dia!Tchal!”. Ficamos ainda mais intrigados com o fato do menino ser LOIRO e BRANCO...

Minha mãe ficou enojada: primeiro que a mãe de Magali morava em outra cidade e outra: invasão de casa é crime! Minha mãe ficou indignada e ao cobrar explicações de Magali ouviu que “ele é meu priminho que eu estava de mal, que apesar de parecer mais velho tinha apenas 16 aninhos e só veio pedir nossa amizade novamente!”.

Passaram mais alguns meses e ficamos estarrecidos quando numa manhã Gopal aparece chorando em casa, com o bebezinho nos braços, pedindo para minha mãe cuidar dele ( nessa época por muita sorte minha mãe estava afastada do trampo pois estava levemente intoxicada por fumaça de solda).

Naquele tempo as crianças eram expostas sem dó às mazelas dos adultos e minha irmã e eu ouvimos da boca do pobre Gopal o que tinha ocorrido: Magali havia fugido de casa com o tal NEGÃO que tinha apenas 17 anos. A vagaranha tinha ido embora só com a roupa do corpo viajando na ideia do Negão que era pagodeiro de buteco! PQP! O que leva uma mulher casada com um cara bacana e responsável largar O FILHO DE 7 MESES DE IDADE e ir embora com um MOLEQUE que morava com a mãe ainda e nem sequer trabalhava? Pra mim NADA JUSTIFICA tamanha LOUCURA: nem tamanho de pica, nem qualidade de sexo e muito menos dinheiro! Até hoje me pergunto o motivo de tal comportamento bizarro... mas acho que sei a resposta: a SEDE ESCROTA por AVENTURAS que as mulheres possuem. Elas não suportam ROTINA, elas não suportam SACRIFÍCIOS e muito menos PAZ, elas buscam EMOÇÕES NEGATIVAS e DESTRUTIVAS em relacionamentos tóxicos e neuróticos.

Resumindo: minha mãe ainda ficou mais 4 meses afastada do trampo cuidado do bebezinho, Gopal ficou ARRASADO: começou a fumar feito uma chaminé, chegava embriagado do trampo e morria de vergonha de sair na rua pois a pobraiada do bairro conhecia o negão safadão e a estória escabrosa; minha mãe ia conosco arrumar a casa do Gopal (ele pagava) e quando ele estava de folga meus pais sempre tentavam consolar o coitado dizendo que isso era passageiro, para ele não se afundar na tristeza, parar de fumar, não beber e ele apenas ouvia e chorava. Eu moleque sentia vontade de chorar junto e corria pra casa triste com aquele aperto na goela.

O pobre Gopal ficou desse jeito, dava um nó na goela ver ele assim. Crédito da imagem;http://indiqueumlivro.literatortura.com/2014/02/04/minha-vida-de-robert-crumb/ 

Quando minha mãe voltou ao serviço o bebezinho foi deixado com uma outra vizinha que era amiga da Magali: nesses 5 meses a safada sequer apareceu para ver como estava a criança! Lembro que os adultos estavam indignados; tudo o que a gente sabia dela era que: ela ia nos pagodes com o seu
Negão e sempre acabava em confusão e brigas com outras piranhas que davam em cima dele.

Passaram 5 meses desde a fuga e não é que a safardana resolveu voltar? Pois vejam a instabilidade, a cara de pau e inconsequência de uma mulher promíscua sem responsabilidade nenhuma! Dizem que ela apareceu na casa do Gopal toda quebrada, olho roxo, toda mordida no pescoço, com teta sangrando de mordida e roupa toda rasgada... A amiga dela contou que ela só voltou porque o Negão além de safado (traia ela com todas as outras safadas do bairro) nunca tinha um centavo no bolso, a mãe dele bebia muito e ficava louca e a gota dágua foi quando ele forçou ela a fazer sexo sem ela querer na frente dos 
amigos dele, e depois ele teria batido e mordido as tetas e o grelo dela até sangrar.


E analisem e julguem vocês: Gopal ACEITOU ELA DE VOLTA E PERDOOU a prezepada e humilhação que ela tinha feito para ele! PQP! Nem sei o que pensar disso até hoje... Ainda não consegui processar essa informação direito.

Depois disso, a vergonha era tamanha que eles resolveram se mudar para outra cidade.

Foram embora para outra cidade e ficamos sem saber deles por um tempo.

Quando a gente já tinha esquecido dos dois, Magali volta para São Paulo: agora estava VIÚVA! Ficamos sabendo pela prima e amigas dela que lá na outra cidade ela sossegou o FOGO por uns anos, porém, aquela SEDE POR EMOÇÕES e o TÉDIO por viver EM PAZ com um homem manso de vida estável a levaram novamente a PROSTIRANHAÇÃO mas dessa vez o pobre Gopal não resistiu: teve um infarto fulminante ao chegar em casa mais cedo e pegar ela novamente com outro Negão em sua própria cama e ela gritando o quanto ele era gostoso... Dizem que saiu até nos jornais da cidadezinha atrasada.

Hoje não sei mais dela, só sei que alguns anos atrás minha mãe disse que a viu numa rua do bairro e a cumprimentou e teve como resposta uma bela virada de cara...

Agora fica a minha pergunta: vocês no caso de Gopal, perdoariam e aceitariam a safardana numa boa? Eu não aceitaria. Por muito menos mandei à merda umas garotas com quem me relacionei. Acho que morreria se ocorresse uma coisa escabrosa dessa comigo, mas sei lá...

Fiquei triste relatando isso aqui, mas é a mais pura verdade, apenas troquei os nomes.

Próxima postagem dia 10/02 sobre o fechamento do mês. Até lá amigos! Sucesso pra vocês!

Att Gerson Rav





6 comentários:

  1. É a matrix amigo. Usando de sua feitiçaria apenas para a gente manter a maquina funcionando.

    Já mandei muita piranha embora por causa disso também, isso ainda nos tempo de matrix.

    Em minha jornada estudantil já tinha sido humilhado o tempo inteiro, agora ser humilhado nos relacionamentos não era meu objetivo.

    Se tiver mais histórias assim posta mais, acho muito interessante, fico imaginando os personagens e as merdas acontecendo hahahah

    Sucesso financeiro!!!

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    1. Fazer parte dessa história me fez ver que não é somente conforto e dinheiro que faz uma mulher ser fiel e que não é apenas por dinheiro e luxo que uma mulher faz traição. Relendo o texto agora, percebo o quanto a neurose de correr contra o relógio no trampo reflete no meus textos! Esqueci de dizer que Gopal quando pegou em flagrante a traição deu um escândalo terrível: a irmã da safada que veio morar em SP para cuidar da casa deles, nos contou que na hora ele ficou vermelho, saiu na rua berrando palavrões, chutando coisas pela rua, rasgou a camisa social como o Hulk, depois ficou azulado, passou mal, vomitou e caiu roxo no chão: morreu três dias depois no hospital; a safardana ficou desfrutando de uma gorda pensão deixada por Gopal. Como a vida é irônica, injusta e como os bons muitas vezes acabam na pior, não consigo entender isso. Abraços Sonhador!

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  2. Ninguém presta meu velho, nem homens nem mulheres. Viver é complicado mesmo. Um dia terei de arranjar coragem pra estourar os miolos. Mas só tenho 26, espero não precisar da coragem tão cedo.

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  3. Eu penso que nós seres humanos somos tão merdas, que acreditamos ser a única criação de um deus filho da puta,e por sermos semelhança dele, ele tb deve ser assassino, traidor, ostentador, ignorante, traidor e cruel, pelo menos os gregos tinham em seus deuses qualidades e defeitos do ser humano. Somos um virus que só sabe se multiplicar e destruir, é isso que penso da raça humana.

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  4. Que relato foda,mas esse gopal eh muito zé mané!!

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    1. Nada cara, ele era um cara nota 10, boa pessoa, um pai de família exemplar que fazia de tudo para prover tudo de necessário para seu filho e esposa ingrata, apenas um bom homem que pereceu nas mãos de uma safardana poligâmica viciada em aventuras e extremos.

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Ah! A moderação de comentários voltou! Se seu comentário cair no filtro vou analisar sua contribuição intelectual e aprovarei rapidamente amigo! Volte sempre! Somos amigos! Att Gerson Rav

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